
O Conselho Tutelar de Picos divulgou nas últimas semanas o aumento da demanda de casos no município, além disso, o órgão ressaltou o número insuficiente de conselheiros para a defesa dos direitos infanto-juvenis no município.
O Conselho não realiza rondas desde o ano passado. As fiscalizações, que antes eram feitas em festas, bares e demais locais públicos, especialmente durante os finais de semana, têm o objetivo de resguardar a integridade de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
“Não estamos efetuando rondas desde o ano passado, muitas vezes somos cobrados pela população. Se tivéssemos um local para recolher esses menores que estão em situação de vulnerabilidade e risco, seria bom, mas não temos. De uma certa forma quando fazemos uma ronda e não tem para onde conduzir este menor o nosso trabalho fica malvisto”, explicou o presidente do Conselho Tutelar de Picos, Raimundo Nonato.
Ainda segundo Raimundo, uma Casa de Acolhimento em Picos, atenderia a demanda de toda a região, e diversos órgãos têm buscado há algum tempo para a instalação de uma unidade na cidade.
“A casa não vai acolher apenas menores infratores e crianças em situação de risco de Picos, mas de todas as cidades circunvizinhas. O Ministério Público através da promotora Romana Leite, é mais um aliado na busca da criação de uma unidade”, relatou o presidente.
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