Picos(PI), 25 de Abril de 2026
POLITICA EM PAUTA

De saída do PSB, Heráclito Fortes prepara seu retorno ao Democratas

Em: 21/11/2017
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Deputado Heráclito Fortes

Na avaliação do deputado federal Heráclito Fortes (PSB-PI), não existe mais clima para sua permanência no PSB, principalmente depois dos últimos acenos de reaproximação que a cúpula do partido anda fazendo ao PT. O deputado piauiense é aliado de primeira linha do Governo Federal e amigo pessoal do presidente do Michel Temer (PMDB), como também há décadas faz oposição ao PT tanto no Piauí quanto a nível nacional. Como ele mesmo já disse em outras oportunidades, sua ida para o PSB atendeu convite do então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que era o presidente nacional do partido e se lançou candidato a presidente da República em 2014, vindo a falecer em agosto daquele ano vítima de acidente aéreo. Na eleição daquele ano, o PSB elegeu três dos 10 deputados federais piauienses: Rodrigo Martins, Átila Lira e o próprio Heráclito. Mas o partido, dirigido no Piauí pelo ex-governador Wilson Martins, está na iminência de perder toda sua representação. Átila e Rodrigo já anunciaram que podem sair, mas ainda não definiram seus destinos. Já Heráclito Fortes deve retornar ao Democratas (antigo PFL), partido pelo qual já se elegeu deputado federal na década de 1990 e senador em 2002. No DEM, Heráclito fez várias amizades, entre elas está Rodrigo Maia, do Rio de Janeiro, atual presidente da Câmara dos Deputados e um dos responsáveis pelo convite do retorno de Fortes à sua antiga casa.

Câmara inicia semana com pauta trancada por 10 medidas provisórias

Em: 19/11/2017
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Foto: Divulgação

Após uma semana de recesso por causa do feriado da Proclamação da República (15 de novembro), o plenário da Câmara dos Deputados volta aos trabalhos com 10 medidas provisórias trancando a pauta de votação. O Congresso Nacional deve votar oito delas até o fim de novembro, quando expira o prazo de análise das MPs pelos deputados e senadores. Entre as MPs que trancam a pauta está a que trata da participação da União em fundo de apoio à estruturação e ao desenvolvimento de projetos de concessões e parcerias público-privadas e da transferência de recursos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Outra medida que pode ser votada é a que institui o Programa de Desligamento Voluntário (PDV), a jornada de trabalho reduzida com remuneração proporcional e a licença sem remuneração com pagamento de incentivo para servidores do Poder Executivo federal. Ainda consta na pauta MPs da área de infraestrutura, como a que estabelece um regime especial para exploração e aproveitamento das substâncias minerais, a que cria a Agência Nacional de Mineração e extingue o Departamento Nacional de Produção Mineral e a que institui regime tributário especial para as atividades de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural. Também está prevista a discussão de duas propostas de emenda à Constituição (PECs), entre elas a que altera prazos e a forma de apreciação das medidas provisórias pelo Congresso Nacional.

Com informações da Agência Brasil

MPF pede o bloqueio de R$ 24 milhões de Lula e do filho caçula

Em: 16/11/2017
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Justiça poderá bloquear mais dinheiro do ex-presidente (Foto: Divulgação)

O Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal pediu à Justiça o bloqueio de bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de um de seus filhos, Luís Cláudio Silva, o caçula, no valor de R$ 24 milhões. O pedido foi feito como medida cautelar preventiva na ação penal na qual Lula é réu na Justiça Federal em Brasília. Após receber o pedido de bloqueio, o juiz federal Vallisney de Oliveira, responsável pelo caso, pediu a manifestação dos advogados do ex-presidente e decidirá a questão após analisar os argumentos da defesa.  A decisão foi proferida no dia 6 de novembro, mas foi divulgada somente nesta quinta-feira (16). O bloqueio também envolve o empresário Mauro Marcondes Machado e da esposa dele, Cristina Mautoni Marcondes Machado. No processo, Lula é acusado do crime de tráfico de influência na compra, pelo governo federal, de caças da Força Aérea Brasileira (FAB) da empresa sueca Saab. A denúncia apresentada pelo MPF foi aceita pela Justiça em dezembro do ano passado. Nela, o MPF diz que houve tráfico de influência na edição de uma medida provisória, editada em 2015, de incentivos fiscais a montadoras de veículos, e nas negociações em torno da compra dos caças suecos pelo governo federal, em 2013. Em nota, a defesa de Lula afirmou que o pedido de bloqueio não tem base jurídica e que as testemunhas ouvidas no processo confirmaram que a compra dos aviões foi feita com base em orientações técnicas da FAB.

Com informações da Agência Brasil

Líder do Governo antecipa que 17 ministros serão trocados com reforma

Em: 14/11/2017
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Foto: Divulgação

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse hoje (14), pelo Twitter, que o pedido de demissão de Bruno Araújo do Ministério das Cidades acabou por “precipitar” o debate sobre a reforma ministerial dentro do governo. De acordo com Jucá, o presidente Michel Temer deverá trocar 17 dos 28 ministros. “A saída do ministro das Cidades precipita a discussão da reforma ministerial, tendo em vista que há ministério vago. Temer está avaliando e discutindo como vai fazer. Será uma reforma ampla, 17 ministérios vagos no prazo que o presidente determinar. Ele quem vai definir o ritmo”, publicou o senador em sua conta no Twitter. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, entregou o cargo ao presidente Michel Temer. Em carta entregue ao presidente, Araújo agradece a confiança durante seu período à frente da pasta e diz que não há mais apoio dentro do seu partido, o PSDB, para se manter no cargo. No documento, Araújo elenca algumas ações do ministério durante sua gestão e encerra com um elogio ao governo Temer. Araújo é deputado federal pelo PSDB de Pernambuco e assumiu o ministério em maio do ano passado. Ele participou da criação de programas como o Avançar e o Cartão Reforma.

Com informações da Agência Brasil

PSDB deve perder espaço com a reforma ministerial enquanto PP e PMDB ganham

Em: 13/11/2017
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Foto: Divulgação

O presidente Michel Temer deve tirar a reforma ministerial do papel nas próximas semanas. A informação é confirmada por fontes no Palácio do Planalto e por parlamentares do chamado Centrão – o grupo que pressiona para ganhar mais espaço no governo. Temer já comunicou alguns de seus interlocutores no Congresso sobre a intenção de redesenhar a distribuição de cargos de primeiro escalão nos próximos 15 dias. Com as mudanças, o PSDB deve perder dois dos seus quatro ministérios, enquanto PMDB e PP podem ganhar mais espaço. A antecipação da reforma foi revelada neste domingo (12) pela “Folha de S. Paulo”.  A reportagem apurou que a ideia inicial do presidente é reduzir o tamanho do PSDB no governo pela metade. Dos quatro ministérios que detêm atualmente – Governo, Cidades, Relações Exteriores e Direitos Humanos -, os tucanos continuariam com dois. Sob forte pressão do PTB e do PP, Temer deve tirar Bruno Araújo (PE) do Ministério das Cidades e Luislinda Valois (BA) dos Direitos Humanos. Antonio Imbassahy (BA) tende a perder a Secretaria de Governo e ser deslocado para outra pasta. Já Aloysio Nunes Ferreira (SP) deve continuar à frente do Itamaraty. Há governistas que acham que vale a pena se livrar de parte do PSDB mesmo com o risco de perder votos porque o Planalto poderá ser compensado com a fidelidade do PP e do PTB. Assim, a aposta no Centrão é que o PP ficará com Cidades e o PMDB retomará o controle da Saúde. A cobiça do Centrão em relação ao ministério comandado por Bruno Araújo se deve ao poder de investimento da pasta e ao seu potencial político.

Com informações do Diário do Poder

Dia histórico: lei trabalhista entra em vigor hoje

Em: 11/11/2017
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Foto: Divulgação

Após 74 anos, uma nova legislação entra em vigor neste sábado (11), modernizando as relações de trabalho, além de acabar com absurdos como a contribuição sindical obrigatória, que dá à pelegada mais de R$3,5 bilhões por ano. Acordos coletivos com força de lei, a possível divisão de férias, trabalho em casa (home office) e outras novidades põem no século 21 a velha CLT, produto de decreto-lei de um ditador. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder. A reforma trabalhista preservou direitos como FGTS, férias de 30 dias, seguro desemprego, descanso semanal remunerado, 13º salário etc. A CLT foi decretada pelo ditador Getúlio Vargas. A reforma que hoje entra em vigor foi aprovada no Legislativo e sancionada no Executivo. A Confederação Nacional da Indústria lançou o aplicativo Conexão RT para explicar a lei e possíveis impactos a empresas e empregados.

Fonte: Diário do Poder

Câmara vota projeto que acaba com progressão penal para assassinos de policiais

Em: 09/11/2017
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Plenário da Câmara (Foto: Luis Macedo)

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou ontem, quarta-feira (8) o Projeto de Lei 8504/17, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que proíbe a progressão de regime para condenados por assassinato de policiais, devendo cumprir a pena integralmente em regime fechado. Os deputados precisam concluir a análise dos destaques apresentados ao texto. Um deles, do PMDB, já foi aprovado para incluir trecho do PL 4536/16, do deputado Moisés Rodrigues (PMDB-CE). Esse trecho aumenta o tempo de cumprimento de pena em regime fechado para que o condenado por crime hediondo, prática da tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo possa migrar para outro regime. Atualmente, a Lei de Crimes Hediondos (8.072/90) prevê o cumprimento de 2/5 da pena em regime fechado se o preso for réu primário e de 3/5 se for reincidente. O destaque propõe o cumprimento de metade da pena nesse regime mais rígido se réu primário e de 2/3 se reincidente. Os deputados rejeitaram, em seguida, destaque do PT que pretendia incluir trecho do PL 3535/15, do deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), para exigir que o juiz fundamente, na sentença condenatória, a decisão de aplicar medida cautelar ou prisão preventiva ao condenado. Atualmente, a lei exige que o juiz fundamente apenas se decidir que o réu poderá apelar da sentença em liberdade.

Com informações da Agência Câmara

João Vicente discute eleição piauiense com Ciro e Elmano em Brasília

Em: 08/11/2017
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JVC, Elmano e Ciro reunidos em Brasília (Foto: Facebook)

O ex-senador João Vicente Claudino se reuniu ontem (07), em Brasília (DF), com os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Elmano Ferrer (PMDB-PI). A reunião aconteceu no gabinete de Ciro, que também é presidente nacional do PP. Em clima bastante descontraído, os três conversaram sobre a situação política do Brasil e do Piauí e, como não podia deixar de ser, também fez parte da conversa os rumos da eleição estadual do ano que vem. Atualmente sem partido, João Vicente tem demonstrado interesse por uma candidatura majoritária em 2018, podendo ser de governador ou de senador pela oposição. Ciro e Elmano, no momento, integram a base aliada do governador Wellington Dias (PT), que tentará conquistar seu quarto mandato no Palácio de Karnak. Em 2014, João Vicente desistiu da reeleição de senador e lançou o nome de Elmano, que acabou vencendo o pleito ao lado de Wellington e com o apoio de Ciro Nogueira. Contudo, desde o início da nova gestão petista, JVC se afastou da política e até se desligou do PTB, partido que comandava no Estado. Mesmo discreto, ele não escondeu seu descontentamento com o governador, que preferiu tratar diretamente com os deputados do PTB as indicações para o seu secretariado, desprestigiando assim o comando da sigla. Mas com relação a Ciro e Elmano, João Vicente continua mantendo as melhores relações de amizade e mesmo sem o desfecho da reunião ocorrida ontem em Brasília ser explicitado ao público, não é descartada uma grande reviravolta na política piauiense nos próximos meses. Quem viver, verá.

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