Picos(PI), 18 de Abril de 2026
POLITICA EM PAUTA

Em sua 7ª queda seguida, juro básico da economia fecha em 9,25%

Em: 26/07/2017
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Copom corta juros pela 7ª vez seguida e Selic fica em 9,25% ao ano (Foto: Enildo Amaral)

O Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic em um ponto percentual, para 9,25% ao ano. O conjunto dos indicadores de atividade econômica divulgados desde a última reunião do Copom permanece compatível com estabilização da economia brasileira a curto prazo, além de recuperação gradual. Foi a 1ª vez desde o fim de 2013 que a taxa Selic caiu para um patamar abaixo de 10% ao ano. O recente aumento de incerteza quanto ao ritmo de implementação de reformas e ajustes na economia impactou negativamente índices de confiança dos agentes econômicos. No entanto, o impacto dessa queda de confiança na atividade tem sido, até o momento, limitado. Em nota, o Copom destaca que “a manutenção das condições econômicas, até este momento, apesar do aumento de incerteza quanto ao ritmo de implementação de reformas e ajustes na economia, permitiu a manutenção do ritmo de flexibilização. Para o próximo encontro, a manutenção deste ritmo dependerá da permanência das condições descritas no cenário básico do Copom e de estimativas da extensão do ciclo”. Além disso, o ritmo de flexibilização continuará dependendo da evolução da atividade econômica e da continuidade das reformas estruturais em tramitação no Congresso Nacional. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA registrou deflação de 0,23% em junho, a primeira variação negativa do índice em 11 anos.
Com informações do Diário do Poder

Impostos: Meirelles diz que novos aumentos não estão descartados

Em: 24/07/2017
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Ministro Henrique Meirelles não descarta novos aumentos de impostos (Foto: Dida Sampaio)

A voracidade do Governo Federal em arrancar do bolso do contribuinte o dinheiro necessário para cumprir sua meta fiscal, com um déficit primário estimado em R$ 139 bilhões, não vai se limitar ao brusco reajuste do PIS e Cofins incidentes nos combustíveis. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou que novos aumentos de impostos não estão descartados e que o governo, caso seja necessário, poderá tomar novas medidas nesse sentido. “Não discutimos isso, porque não é uma situação que se coloca no momento. Tudo é possível, se necessário. Hoje, porém, estamos preocupados em concretizar outras receitas”, declarou o ministro, durante evento realizado hoje (24), em São Paulo (SP), com investidores. Para a Agência Brasil, Henrique Meirelles destacou que trabalha para a confirmação de receitas como o adiantamento das outorgas do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, e a liberação para a União dos depósitos judiciais da Caixa Econômica Federal. Sobre a escolha do PIS/Cofins para o ajuste, ele justificou a opção por ser uma medida que poderia ser feita por decreto e com validade já para 2017. Acrescentou ainda que, como o impacto que gera é sobre a inflação, e como ela está abaixo da meta, havia espaço para o reajuste.

Deputados piauienses podem retornar às suas siglas anteriores

Em: 23/07/2017
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Deputados Átila Lira e Heráclito Fortes podem deixar o PSB (Foto: Reprodução)

Os deputados federais Átila Lira e Heráclito Fortes, ambos no PSB, podem retornar aos seus partidos anteriores. Secretário estadual de Educação nos Governos Freitas Neto e Wilson Martins, o deputado Átila Lira já pertenceu ao PFL (atual Democratas), mas estava no PSDB quando decidiu migrar para o PSB, a convite de Wilson, então vice-governador do Estado. Já o ex-prefeito de Teresina e ex-senador da República, Heráclito Fortes, que já integrou o PMDB, era um dos expoentes nacionais do Democratas, quando optou pelo Partido Socialista Brasileiro, a convite do então governador pernambucano, Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em 2014. Por motivos semelhantes, os dois deputados piauienses podem sair do PSB e regressar aos antigos abrigos. A decisão da executiva nacional em romper com o presidente Michel Temer (PMDB) e recomendar voto contrário de sua bancada no Congresso Nacional às medidas patrocinadas pelo atual governo, é o que atrapalha a permanência deles no partido, sobretudo Heráclito Fortes, amigo de Temer desde a década de 80. Porém, o retorno deles ao PSDB e ao DEM não é articulado pelas lideranças desses partidos a nível de Piauí e sim pelas figuras mais expressivas dessas siglas a nível nacional, como Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo e Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, ambos presidenciáveis em 2018.

Palácio do Planalto emprega 10 vezes mais que a Casa Branca

Em: 21/07/2017
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Planalto tem dez vezes mais funcionários que a Casa Branca. (Foto: Reprodução)

Austeridade nunca foi e, pelo visto, nunca será o forte de nenhum presidente do Brasil. Ao invés de cortar na própria carne e dar o exemplo, diminuindo os gastos da máquina pública, sobretudo extinguindo cargos comissionados, o presidente Michel Temer (PMDB) optou pelo caminho mais fácil e passou para o povo brasileiro a conta dos rombos nas finanças públicas, hoje comprometidas por seus antecessores perdulários. Com a desculpa de cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões, Temer autorizou aumentos no PIS e Cofins incidentes sobre os combustíveis. A medida visa arrecadar mais R$ 10,4 bilhões do bolso do contribuinte. Mas para tomar tal decisão, o presidente Michel Temer na certa teve competentíssima orientação técnica, já que é bem servido de assessores, mais precisamente por 3.800 aspones (sic). O jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, foi quem mostrou esses dados. Ele destaca que a Presidência da República tem mais de 3,8 mil assessores, sem contar órgãos vinculados como Vice-Presidência, secretarias, Abin, agências, AGU etc. Já a Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos, que é a residência e local de trabalho do presidente americano, dispõe de um contingente de pessoal dez vezes menor: são apenas 377 pessoas para ajudar Donald Trump a administrar o maior orçamento do planeta, de US$ 4,4 trilhões (R$ 13,9 trilhões). O orçamento do Brasil é quatro vezes menor: R$ 3,5 trilhões. Como já foi dito, o presidente dos EUA mora e trabalha no mesmo local. Já o presidente brasileiro, como é mais sofisticado, conta com dois palácios: o Planalto para despachos e o Alvorada para residir, além da espaçosa Granja do Torto. Tudo bancado com impostos e mais impostos dos pacatos contribuintes.

Operação Lava Jato recupera mais R$ 56 milhões para a Petrobras

Em: 20/07/2017
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Sede da Petrobras no Rio de Janeiro (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Embora enfrentando críticas à sua atuação e todo tipo de articulação para o seu enfraquecimento, a operação Lava Jato vem cumprindo exemplarmente o seu papel na investigação e punição de empresas, empreiteiros, executivos e, principalmente, políticos corruptos que formaram uma verdadeira quadrilha para desviar dinheiro público da Petrobras, a maior empresa estatal do Brasil. Como resultado de mais um trabalho da força tarefa, a Petrobras recebeu de volta mais R$ 56 milhões que haviam sido desviados por esquemas de corrupção. Segundo a empresa, o valor, recebido na última sexta-feira (14), foi encaminhado para a Transpetro, subsidiária responsável pela frota de petroleiros da estatal. Com o valor recebido na semana passada, já retornaram à empresa R$ 716 milhões, que são parte de valores provenientes de colaboração premiada e acordos de leniência da Justiça com os investigados na Lava Jato. Por meio de nota, a Petrobras informou que continuará adotando as medidas jurídicas contra empresas e pessoas que causaram danos financeiros e à imagem da companhia. A empresa atua como coautora com o Ministério Público e a União em 13 ações de improbidade administrativa e como assistente de acusação em 33 ações penais.
Com informações da Agência Brasil

Possível candidatura de Dilma ao Senado pelo PI pode espantar aliados de Wellington

Em: 19/07/2017
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No segundo turno de 2014, Dilma obteve votação expressiva no Piauí (Foto: Reprodução - UOL)

Desde a semana passada, ganhou força a especulação de que a ex-presidente da República, Dilma Rousseff (PT), será candidata ao Senado pelo Piauí, naturalmente na chapa encabeçada pelo governador Wellington Dias (PT), que deve disputar sua segunda reeleição ao Governo do Estado. Tal especulação se justifica em vários fatores, sendo um deles o excelente desempenho eleitoral da ex-presidente nas eleições de 2014, quando no segundo turno ela obteve 1.385.096 votos no Piauí, o equivalente a 78,3% dos votos válidos. Apesar de ter sido cassada por crime de responsabilidade, através de processo de impeachment, os senadores de última hora decidiram manter os direitos políticos de Dilma Rousseff e, portanto, caso não surjam outros questionamentos jurídicos, ela poderá disputar a próxima eleição, menos para a Presidência. Seus aliados entendem, com base nos resultados de 2014, que Dilma seria eleita com facilidade ao Senado pelo Piauí, pois embora seu domicílio eleitoral seja no Rio Grande do Sul, os gaúchos deram maioria foi ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) na última eleição. No Piauí, alguns petistas já estão entusiasmados com essa possibilidade e até vislumbram a senadora Regina Sousa (PT-PI) como primeira suplente. Contudo, caso a ex-presidente seja mesmo confirmada candidata em 2018 por essas bandas, o governador Wellington Dias terá mais um abacaxi para descascar, pois se no momento já é clarividente uma briga de foice entre seus aliados, pelas vagas de senador e de vice-governador na chapa governista, imagine como será no ano que vem, com Dilma abocanhando uma dessas vagas.

Ao agradecer votos na CCJ, Temer tenta reaproximação com o PSB

Em: 18/07/2017
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Michel Temer foi ao encontro da líder do PSB na manhã de hoje (Foto: Beto Barata/PR)

O presidente Michel Temer (PMDB) está aproveitando o recesso nos trabalhos do Congresso Nacional para conquistar mais apoio parlamentar, através do contato direto com deputados federais e assim garantir os votos necessários tanto para barrar a denúncia de corrupção passiva feita pelo procurador-geral da República, quanto para continuar aprovando as reformas, que seu governo adotou como prioritárias para a retomada do crescimento econômico do país. A mais recente investida de Michel Temer foi na manhã desta terça-feira (18), quando ele se reuniu com a líder do PSB na Câmara, deputada Tereza Cristina (MS). O presidente foi até a casa da deputada socialista para pedir apoio às reformas, principalmente a tributária, e também para agradecer os votos dos deputados Danilo Forte (PSB-CE) e Fábio Garcia (PSB-MT), que votaram pelo arquivamento da denúncia na CCJ da Câmara, ou seja, a favor de Temer. Contudo, a visita também teve o propósito de atrair de volta o partido para a base do governo. Em maio deste ano, durante encontro de sua Executiva Nacional, o PSB decidiu romper com a base governista. No entanto, vários deputados continuam votando a favor do governo e mantendo a indicação de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Assis Carvalho garante recursos para melhorar saúde em Santa Cruz do PI

Em: 17/07/2017
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Assis Carvalho reunido com o prefeito Barroso Neto e o secretário Florentino Veras (Foto: Reprodução)

O deputado federal Assis Carvalho (PT-PI) esteve reunido na manhã de hoje, segunda-feira (17), em Teresina, com o prefeito do município de Santa Cruz do Piauí, Francisco Barroso de Carvalho Neto (PTB). Durante a reunião, que aconteceu no escritório político do deputado, foram discutidos investimentos no município, principalmente na área da saúde. Após a reunião, deputado e prefeito foram recebidos em audiência pelo secretário de Estado da Saúde, Florentino Veras Neto, no Centro Administrativo. Na oportunidade, Assis Carvalho fez destaque para emendas de sua autoria, no valor de R$ 500.000,00 para o custeio da saúde no município e também para a aquisição de equipamentos. O prefeito Barroso Neto saiu da reunião otimista, recebendo ainda a garantia de que os recursos terão o apoio e a atenção necessários para sua liberação. Em Santa Cruz do Piauí, Assis Carvalho conta com o apoio irrestrito do prefeito Barroso Neto e seu grupo político, liderado também pelo ex-prefeito Jurandir Martins dos Santos, que é pai do atual gestor.

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