A defesa do ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, pediu avaliação psicológica dele neste fim de semana diante do agravamento do quadro depressivo. Foi solicitado que um psiquiatra da rede pública, que já acompanha Torres desde o início da prisão, faça um diagnóstico da atual situação. De acordo com pessoas próximas dele ouvidas pela CNN, o estado psicológico do ex-ministro “piorou bastante” nos últimos dias, o que pode inviabilizar o depoimento dele nesta segunda-feira (24) na Polícia Federal. Torres está preso há 3 meses acusado de omissão, enquanto secretário de Segurança Pública, nos atos de 8 de janeiro. Amanhã (24), está previsto depoimento dele à PF sobre outro caso, o uso de operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o segundo turno das eleições em cidades onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva registrava vantagem sobre Bolsonaro. Os advogados de Torres negam todas as acusações e tentam a liberdade provisória do ex-ministro. Com a avaliação, a defesa acredita que terá elementos técnicos para mostrar à justiça a condição debilitada de saúde de Torres. Há semanas, o ex-ministro tem utilizado remédios devido a variações de humor, comportamento apático e dificuldade para dormir. “Pior é a sensação de injustiça, de se estar pagando uma conta alta demais”, defende interlocutor do ex-ministro. (Com informações da CNN Brasil)
A Polícia Federal marcou para a próxima quarta-feira (26) o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito sobre a invasão dos prédios da Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro. Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes determinou o depoimento depois do pedido da Procuradoria-Geral da República. Para Moraes, ouvir Bolsonaro é "medida indispensável ao completo esclarecimento dos fatos investigados". Em janeiro, Moraes autorizou a inclusão do ex-presidente da República no inquérito sobre a responsabilidade de autores intelectuais dos atos e daqueles que instigaram as invasões e depredações. (Com informações do Portal R7)
O presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (PP-AL), concedeu uma entrevista coletiva nesta terça-feira, 18, após encontro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que lhe entregou o texto do arcabouço fiscal – medida que visa substituir o teto de gastos como a nova regra fiscal do governo. Em fala aos jornalistas, ele afirmou que a entrega do documento foi realizada por mera formalidade e que o texto será encaminhado ao Congresso Nacional nesta quarta-feira, 19. A partir daí, a Casa fará a escolha do relator do projeto. “Se tudo for do jeito como pensamos, faremos a nomeação do relator amanhã e direto para o Plenário pedir ajuda aos líderes para que favoreçam a matéria”, explicou Lira. De acordo com o político, o quórum constitucional desta matéria é de 257 votos para que a medida seja aprovada. No entanto, o presidente da Câmara disse contar com um apoio superior a 308 votos. “Temos o compromisso e um desafio grande de discutir uma reforma tributária ainda no primeiro semestre e é importante que tenhamos o arcabouço, com todas as suas condicionantes, discutidas e votadas antes da reforma tributária. Portanto, temos prazo. Se conseguirmos cumprir o prazo de 10 de maio na Câmara, eu acho que atende bem ao debate”, disse. Lira também ressaltou que, no texto enviado pelo governo federal, não há nenhum gasto fora da regra fiscal que já não existisse e negou que uma possível indicação de um deputado de fora da base aliada para a relatoria do projeto possa atrapalhar o andamento do arcabouço na Câmara. (Com informações da Jovem Pan)
A cúpula do partido Progressistas (PP) confirmou internamente o nome do deputado Cláudio Cajado (BA) como relator do marco fiscal na Câmara. A informação foi confirmada por fonte do partido. O nome será anunciado na tarde desta terça-feira (18) pelo presidente da casa, Arthur Lira (AL), do mesmo partido. Cajado foi vice-líder do governo na Câmara durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Historicamente, apoia o PT na Bahia. O nome teve aval do Palácio do Planalto e foi um aceno a Lira para garantir a tramitação segura do texto na Casa. A ideia era escolher um parlamentar de uma sigla não alinhada a Lula. O PP tem uma visão liberal da economia e não compõe a base de apoio do governo. Com o nome, Lira conseguirá controlar com mais força a tramitação e, principalmente, o conteúdo da nova regra fiscal, que tende a ser modificado no parlamento. A tramitação terá início pela Câmara. O presidente da Casa afirmou, em entrevista à BandNews no domingo (16), que o novo marco fiscal deve ser aprovado “sem dificuldades” e que pode ser votado na Casa em até três semanas. (Com informações da CNN Brasil)
Ao decidir sobre um pedido de providências da Ajuris (Associação de Juízes do Rio Grande do Sul), o Conselho Nacional de Justiça criou um enunciado administrativo que obriga tribunais de todo o País a pagar auxílio-creche para seus magistrados. Para juízes gaúchos, o pagamento será retroativo à data em que o benefício começou a valer para os servidores. A presidente do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber, que também preside o CNJ, votou a favor do privilégio para a toga. Nem a associação dos juízes gaúchos, nem a Associação dos Magistrados Brasileiros e nem o próprio CNJ divulgaram qual o impacto financeiro que o penduricalho poderá causar nos cofres públicos. O auxílio-creche, também chamado de auxílio-escolar, é um subsídio concedido a trabalhadores que têm filhos de até seis anos, por meio da disponibilização de vagas em instituições públicas, do pagamento de determinado valor mensal ou da restituição de despesas com escola. As manifestações da Ajuris mencionam vários modelos. A Associação questionou uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que havia negado o benefício. No curso do processo, a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), maior entidade representativa da classe, pediu que ele fosse ampliado para todo o País. (Estadão Conteúdo)
A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), por meio da 7ª Superintendência Regional no Piauí, irá realizar, nesta segunda-feira (17), às 10h, a cerimônia de posse do novo superintendente do órgão, Marcelo Vaz da Costa e Castro. A solenidade ocorrerá no auditório da unidade, na Avenida Maranhão, Centro de Teresina, com a presença de políticos, familiares e imprensa. Marcelo Filho, como é conhecido, é filho do senador Marcelo Castro (MDB) e irmão do deputado federal Castro Neto (PSD). Entre os objetivos do novo superintendente estão: implantação e continuidade de projetos de irrigação, como no Assentamento Marrecas, em São João do Piauí, que beneficia inúmeras famílias da região; construção de barragens; fomento à produção, modernização e capacitação ao homem do campo com foco na melhoria da qualidade de vida do trabalhador rural, além de ampliar a atuação da Codevasf aos 224 municípios piauienses e valorização dos servidores da Casa. Formado em Agronomia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), Marcelo Vaz Castro tem 46 anos e também é produtor rural na área da fruticultura irrigada. (Com informações do Portal Cidade Verde)
O otimismo em relação ao cenário de inflação e de juros no Brasil, somado ao ambiente positivo no exterior, fez o dólar estender as perdas ante o real nesta quarta-feira (12). A moeda americana atingiu o menor valor de fechamento desde junho do ano passado. Pela manhã, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao consumidor subiu 0,1% no mês passado, desacelerando-se após ter avançado 0,4% em fevereiro. O resultado elevou a expectativa de que o Federal Reserve não seja agressivo em sua próxima decisão de política monetária, o que deu força a ativos de maior risco, como o real. No Brasil, permaneceu no mercado o otimismo com o controle da inflação, após dados favoráveis do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) na terça-feira (11), e em relação ao novo arcabouço fiscal. O resultado foi mais um dia de pressão de baixa para a moeda americana. O dólar à vista fechou o dia cotado a R$ 4,9408 na venda, em baixa de 1,34%. Essa é a menor cotação desde 9 de junho de 2022, quando a moeda havia fechado em R$ 4,9166. Desde junho do ano passado, o dólar não se encerrava abaixo de R$ 5. (Com informações do Portal R7)
O ex-governador do Piauí e atual ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, pediu cautela aos petistas que pretendem disputar a Prefeitura de Teresina nas eleições do próximo ano. Ele - que é peça-chave para a definição de candidaturas no estado - diz que não é hora de definir candidato, mas de mostrar trabalho para o povo. "O que tenho dialogado com minha modéstia experiência é que acho que a gente tá longe. A eleição é em 2024. Que tal se a gente se centrar agora na pauta do povo? acompanhar as obras em andamento, trabalhar projetos em Teresina e em cada município para a gente ter o máximo de projetos de habitação, estruturar projetos para tirar gente da pobreza [..] dialogar com as empresas", aconselha o ex-governador. Entre os petistas propensos a disputar o cargo de prefeito de Teresina estão Fábio Novo, Franzé Silva e Vinicius Nascimento. Wellington Dias analisa como positivo ter opções de candidatura. "A gente ter várias alternativas é uma coisa boa. Embora pareça comum, mas não é todo mundo que tem a coragem de colocar o nome à disposição para uma candidatura a prefeito ou a prefeita", analisa Dias que foi candidato a prefeito de Teresina em 2000 e 2012. O petista diz ainda que, no momento certo, o partido vai tomar a decisão e o povo fará a escolha. (Com informações do Portal Cidade Verde)