O ex-juiz Sérgio Moro (União Brasil), senador eleito pelo Paraná, anunciou apoio à candidatura de Rogério Marinho (PL) para a Presidência do Senado. Ele justifica a decisão no objetivo de criar uma oposição firme ao governo Lula (PT). "Apoiarei Rogério Marinho para a Pres do Senado. Nada contra o Sen Rodrigo Pacheco. Meu voto será a favor da oposição firme ao Gov do PT. Sou contra radicalismos e a favor de uma alternativa democrática para o país, com economia liberal, políticas sociais e o combate à corrupção", disse Moro em suas redes sociais. Ele ainda destacou admiração pelo senador Girão (Podemos-CE), que também concorre na disputa, mas registrou que é Marinho quem tem as melhores condições de construir a maioria. O plenário do Senado tem reuniões marcadas para esta quarta (1º), e quinta-feira (2), para eleger a nova Mesa, composta por presidente, dois vice-presidentes e quatro secretários com respectivos suplentes. A escolha ocorrerá após a posse dos 27 senadores eleitos em outubro, o equivalente a um terço do senado, de acordo com procedimentos definidos pelo Regimento Interno. (Com informações do Tribuna do Norte)
Para o governador Rafael Fonteles (PT) não há outro caminho para a base aliada que não seja o acordo político que prevê PT e MDB compartilhando a presidência da Alepi nos próximos quatro anos. Mas o cenário pode mudar, favorecendo o PT nos dois biênios. Possível descumprimento do acordo irrita o governador. Fato semelhante ocorreu em 2015, quando o petista Fábio Novo foi derrotado por pequena margem de votos pelo então presidente Themistocles Filho (MDB). Ali um segmento da base governista não seguiu a orientação do Karnak, mas logo depois tudo acabou sendo pacificado. Porém, para hoje, interlocutores lembram o seguinte argumento: em 2015 o governador era Wellington Dias e hoje o chefe do Executivo é Rafael Fonteles. São aliados, mas com estilos bem diferentes. (Com informações de Elivaldo Barbosa - Cidade Verde)
O vice-prefeito de Teresina, Robert Rios, rompeu com o prefeito Dr. Pessoa (Republicanos). A informação foi confirmada à imprensa pelo próprio Robert Rios nessa quarta-feira (25). Robert Rios disse que não concorda com as decisões do prefeito, mas disse que Dr. Pessoa é um homem humilde, decente e que quer trabalhar por Teresina. "Porém, muitos parentes do prefeito estão conduzindo a prefeitura para um lugar que eu não concordo. Estou com mais de mês que não vou lá na Prefeitura, mas fiquei desempenhando minha função de vice”, disse Robert Rios. Segundo Robert, seu afastamento foi comunicado ao prefeito Dr. Pessoa ainda em 30 de dezembro, quando sugeriu que Dr. Pessoa realizasse mudanças em sua equipe para corrigir as falhas na gestão. Ao cidadeverde.com, Robert Rios disse que vai denunciar a família do prefeito no TCE (Tribunal de Contas do Estado), na Câmara dos Vereadores e no Ministério Público. Ele não detalhou as denúncias e nem citou nomes, mas disse que as denúncias são “gravíssimas”. (Com informações do Piauí Hoje)
O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, responsável pela articulação política do governo federal, minimizou as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à autonomia do Banco Central (BC). Em uma série de postagens no Twitter, nesta quinta-feira (19), Padilha enfatizou que "não há nenhuma prédisposição por parte do governo de fazer qualquer mudança na relação com o Banco Central". "Como disse o presidente Lula, na sua experiência de governo, deu plena autonomia ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. O presidente não vai mudar de postura agora, ainda mais com uma lei que estabelece regras nesse sentido", reforçou. Ontem (18), em entrevista ao canal de notícias Globonews, Lula disse que a autonomia do BC prevista em lei é "uma bobagem". Ele também criticou a política de juros e controle da inflação. A autonomia do Banco Central entrou em vigor em fevereiro de 2021, após ser aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo governo. A lei de independência do Banco Central tem como principal mudança a adoção de mandatos de 4 anos para o presidente e diretores da autarquia federal. Esses mandatos ocorrerão em ciclos não coincidentes com a gestão do presidente da República. (ABr)
Policiais federais estiveram hoje (18) no 4º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal para ouvir o depoimento do ex-secretário distrital de Segurança Pública, Anderson Torres, acusado de ter sido omisso e facilitado a ação de vândalos e golpistas que, no último dia 8, invadiram e depredaram o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). Torres, contudo, optou por ficar em silêncio, não respondendo às perguntas dos agentes federais. A postura do ex-secretário distrital foi orientada por seus advogados, que alegam ainda não ter tido acesso aos atos processuais. Delegado federal de carreira e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro, Anderson Torres assumiu a secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal em 2 de janeiro – apenas dois dias após deixar o comando do ministério. Com apenas quatro dias à frente da secretaria distrital, e tendo substituído ocupantes de cargos chaves na segurança local, Torres viajou de férias para os Estados Unidos, onde chegou no sábado (7). No domingo (8), milhares de pessoas que participavam de atos antidemocráticos invadiram os edifícios sede dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), evidenciando as falhas no esquema de segurança montado. Ainda no domingo a tarde, enquanto as cenas de vandalismo corriam o mundo, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou a exoneração de Anderson Torres. Posteriormente, o próprio governador foi afastado do cargo por 90 dias, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. (ABr)
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde o dia 30 de dezembro, quebrou o silêncio e falou pela primeira vez a apoiadores em Orlando, no Estado da Flórida. Na porta da casa onde está hospedado, ele procurou se desvincular dos atos golpistas de 8 de janeiro - Bolsonaro passou a condição de investigado na última sexta-feira. "Lamento o que aconteceu. Uma coisa inacreditável", disse sobre a invasão aos prédios dos três Poderes. Na conversa, gravada em vídeo e distribuída em canais bolsonaristas no Telegram, o ex-presidente também afirmou que, durante o seu governo, as pessoas apreenderam "o que é política" "No meu governo, o pessoal aprendeu o que é política, conheceu os Poderes, começou a dar valor à liberdade. Eu falava para alguns sobre a liberdade, e eles diziam que era igual ao sol, nasce todo dia, mas não é bem assim não. A gente acredita no Brasil", afirmou. Bolsonaro destacou ainda o que considera feitos do governo no campo da economia e admitiu que cometeu "deslizes" durante os quatro anos de gestão. "Tem algum furo, tem, lógico. A gente comete algum deslize em casa", afirmou. (Com informações do Estadão)
A bancada federal do Piauí terá uma reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas), na próxima sexta-feira (20). A informação foi confirmada pelo deputado Francisco Costa (PT), que assumirá uma cadeira na Casa no mês de fevereiro. Segundo Francisco Costa, os parlamentares vão aproveitar a reunião para acertar internamente a ocupação de cargos federais. Uma lista deverá ser elaborada na data e será encaminhada para equipe do presidente Lula (PT). “Existe a intenção na nossa bancada de avançar sobre a orientação de espaços do Governo Federal no estado do Piauí. A gente tinha uma programação para esse final de semana e não foi possível. Na sexta-feira, haverá uma reunião da bancada com o presidente Arthur Lira, e estamos nos programando para ter esse entendimento e enviar para o Governo Federal”, declarou. Hoje (16), pela manhã, Francisco Costa esteve reunido com o governador Rafael Fonteles. (Com informações do Portal Cidade Verde)
A Petrobras informou hoje (13) que recebeu, do Ministério de Minas e Energia, a confirmação do senador Jean Paul Prates (PT-RN) como indicado para exercer a Presidência da estatal. O ofício foi recebido ontem (12) pela empresa, segundo nota divulgada à imprensa. De acordo com a Petrobras, o ofício informa que a indicação de Prates foi aprovada pela Casa Civil da Presidência da República. Agora, o nome do senador precisa ser aprovado pelo Conselho de Administração da empresa e referendado pela Assembleia Geral dos Acionistas. Prates foi eleito como primeiro suplente de Fátima Bezerra, em 2014. Ele assumiu o cargo no Senado Federal, em janeiro de 2019, depois que a titular renunciou para assumir o governo do Rio Grande do Norte. Seu mandato como senador se encerra em 31 de janeiro deste ano. A Presidência da Petrobras está sendo ocupada interinamente por João Henrique Rittershaussen desde 4 de janeiro deste ano, quando o então presidente, Caio Paes de Andrade, renunciou ao cargo. (ABr)