A cúpula da campanha do presidente Jair Bolsonaro se reuniu nesta quarta-feira em encontro no qual foi avaliado que os bons indicadores econômicos deverão levar a uma arrancada nas pesquisas do candidato à reeleição. Em levantamentos internos, esse movimento já foi detectado, mas a expectativa é de que nas demais sondagens a serem feitas pelos institutos até o final do mês ele deva estar bem próximo ao líder das pesquisas, Lula. A leitura é de que a retomada do emprego é a principal justificativa para o que vem sendo considerado um novo momento da campanha, algo que, segundo fontes do comitê, tem sido apontado inclusive nas pesquisas qualitativas internas. Mas não seria o único fator. A deflação e o novo Auxílio Brasil também são apontados como elementos. Foi avaliado que o momento é inclusive o ideal para uma arrancada — a cerca de 50 dias do primeiro turno. A leitura é de que possa estar vindo uma onda em favor do presidente. (Com informações da CNN Brasil)
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se reuniram administrativamente nesta quarta-feira (10) para aumentar os próprios salários para mais de R$ 46 mil mensais. Isso agrava o custo do tribunal, que estava estimado em R$ 851,8 milhões para 2023. O aumento de 16% é maior do que qualquer outra categoria profissional e serão bancados pela maioria de pagadores de impostos que recebem salários bem mais baixos: 45% dos trabalhadores recebem até dois salários mínimos por mês. A pior consequência dessa decisão é seu efeito cascata, na medida em que os vencimentos de ministros do STF servem de limite para os salários pagos no serviço público federal. Ainda não se faz ideia de quanto isso representará de gastos adicionais, mas só no STF (ministros e servidores) o aumento custará mais de R$ 100 milhões aos brasileiros. A decisão dos ministros do STF será transformada em mensagem ao Congresso, que deverá aprovar o aumento porque, afinal, isso também beneficia parlamentares e servidores. (Com informações do Diário do Poder)
A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) no rádio e na televisão vai investir fortemente contra o principal adversário do presidente na eleição, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E a fórmula definida pelo comitê da reeleição de Bolsonaro foi a de trazer à tona, rememorar, escândalos da era petista. Aliados do presidente Jair Bolsonaro que falaram à CNN avisam que o tom será de ataque e de reapresentar ao eleitor personagens que hoje estão fora do núcleo decisório da campanha de Lula, como os ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci. A ideia é atrelar o debate sobre a corrupção nos anos Lula e Dilma, quando explodiram o mensalão e a Lava Jato, a todos os temas possíveis, dizendo, por exemplo, que a “inflação no governo Bolsonaro não é fruto de desgoverno nem de corrupção”. Um petisco de como está sendo estruturada a campanha de comunicação do presidente foi exibido no discurso do próprio Bolsonaro hoje à Febraban (Federação Brasileira dos Bancos). O presidente chegou a perguntar se os empresários “recontratariam um funcionário que os roubou por 14 anos”. (Com informações da CNN Brasil)
A candidatura à presidência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conta com o ex-governador paulista Geraldo Alckmin na vice, foi formalmente registrada perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ontem, sábado (6). De acordo com a assessoria de Lula, o registro da candidatura foi feito pela representante da coligação, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) - presidente nacional do PT - e pelos escritórios Aragão e Ferraro Advogados e Zanin Martins Advogados. Lula e Alckmin serão candidatos pela Coligação Brasil da Esperança, composta pela federação PT-PV-PCdoB, pela federação PSOL-REDE, pelo PSB, pelo Solidariedade, pelo Avante e pelo Agir. Ao todo, nove partidos integram a coligação, que será a maior entre todas em disputa e, por isso, também deve contar com o maior tempo de campanha em rede nacional de rádio e televisão. Oficialmente, a campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, começa no dia 16 de agosto. O registro no TSE e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) deve ser feito até o dia 15 de agosto. (ABr)
No último dia definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a realização de convenções partidárias e o registro de candidaturas, o União Brasil confirmou a senadora Soraya Thronicke (MS) como candidata do partido à presidência da República. O economista e ex-deputado federal Marcos Cintra foi escolhido como vice na chapa puro sangue da sigla. A candidatura da senadora sul-mato-grossense ocorre após a desistência do presidente nacional do partido, deputado federal Luciano Bivar, de concorrer à uma vaga no Palácio do Planalto nas eleições deste ano. O político pretende permanecer na Câmara Federal. Como Bivar, Soraya defende o liberalismo econômico e um imposto federal único no país. “Os mais pobres são o que mais pagam os tributos e o salário do trabalhador nunca entra integralmente no seu bolso porque é devorado por muitos impostos. Chegou a hora de corrigirmos essas desigualdades, mas, para isso acontecer, é preciso, na Presidência da República, alguém independente, livre e sem amarras para governar”, disse aos apoiadores na convenção. A senadora defendeu ainda um reforço no combate à corrupção e criticou a polarização entre os candidatos Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial. (ABr)
Aliados de Jair Bolsonaro (PL) avaliam que a possibilidade de que beneficiários do Auxílio Brasil façam empréstimos consignados pode ajudar a “tirar o ódio da mesa” e “reduzir a raiva” do eleitor contra o presidente. Na quarta-feira (3), Bolsonaro sancionou a lei que autoriza a União a descontar dos repasses mensais os valores referentes ao pagamento de empréstimos e financiamentos. A ideia é associar a imagem do presidente à medida, para tentar diminuir a distância entre ele e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas até o fim de agosto. Jair Bolsonaro tem dito que pretende sustentar o pagamento de um auxílio de R$ 600 em 2023, mas, segundo ele, a medida precisa do aval do Congresso Nacional. (Com informações da CNN Brasil)
O partido PROS, que lançou a candidatura ao Palácio do Planalto do coach Pablo Marçal, decidiu apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Em nota, o PT diz que se reuniu com o Pros. O encontro ocorreu na sede da Fundação Perseu Abramo, em São Paulo, nessa quarta-feira. Segundo a presidência atual do Pros, haverá uma convenção para anunciar apoio a Lula na próxima sexta (05). Então candidato da legenda, o coach Pablo Marçal, no entanto, tem insistido em sua candidatura e deve se reunir ainda hoje com o presidente nacional da legenda, Eurípedes Júnior, para definir uma posição. “Eu me mantenho candidato e serei o próximo presidente do país. Vou conversar com o presidente da legenda”, afirmou. O coach teve a sua candidatura confirmada pela sigla no último domingo (31), durante a convenção nacional do partido. No entanto, a tendência é de que o evento partidário seja refeito. Isso porque decisão do STJ devolveu no último domingo a presidência do partido a Eurípedes Júnior. Durante sua pré-campanha, Pablo Marçal esteve em Picos na manhã do dia 25 de julho, onde se reuniu com alguns apoiadores no Aeroporto Regional da cidade e de lá mesmo seguiu viagem. (Com acréscimo de informações da CNN Brasil)
Considerado o principal articulador das oposições no Piauí, Ciro Nogueira (PP) fez questão de citar o presidente Jair Bolsonaro (PL) durante seu discurso na convenção deste sábado (30) que confirmou Silvio Mendes (União Brasil) como candidato a governador do estado ao lado de Iracema Portela (PP), na vice. Em sua fala, o ministro-chefe da Casa Civil destacou que um dos motivos que o fizeram compor o primeiro escalão do governo federal e romper com o PT, tanto a nível nacional como local, foi o “amor pelo Piauí”. Ele também confirmou que vai comandar a campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) no Piauí. Ciro ainda destacou que trabalha para viabilizar uma agenda do presidente e da primeira dama, Michele Bolsonaro, no estado ainda no mês de agosto. "Vamos fazer a nossa parte. Vou comandar a campanha do Bolsonaro aqui no Piauí, ao lado das pessoas que querem que o nosso país continue em boas mãos, de gente séria e de um presidente honesto. Então,vamos fazer a nossa parte aqui no Estado", disse. (Com informações do Portal Cidade Verde)