O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidiu adiar a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o pagamento de benefícios sociais até o fim do ano. A intenção dele era votar e aprovar a PEC hoje (7) para que a promulgação ocorresse o mais rapidamente possível, mas o baixo número de deputados presentes na sessão freou as intenções de Lira. Ele observou o baixo quórum após a votação de um requerimento de encerramento de discussão. O requerimento obteve 303 votos favoráveis e 91 contrários. Como a PEC requer 308 votos para ser aprovada, havia a possibilidade da proposta, considerada importante para o governo, ser derrotada em plenário. A PEC traz medidas para redução do valor dos combustíveis e também prevê o pagamento de benefícios sociais até o fim do ano. O texto foi aprovado horas antes na comissão especial e seguiu para o plenário. O texto prevê um aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil até dezembro. A PEC também propõe, até o fim do ano, um auxílio de R$ 1 mil para caminhoneiros, vale-gás de cozinha e reforço ao programa Alimenta Brasil, além de parcelas de R$ 200 para taxistas, financiamento da gratuidade no transporte coletivo de idosos e compensações para os estados que reduzirem a carga tributária dos biocombustíveis. (ABr)
O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, está internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, após ter passado por cirurgia na tarde de ontem, 4, para retirada da vesícula biliar. A cirurgia foi feita de maneira programada, já que, após alguns exames, foi detectada uma inflamação no órgão, cujo tratamento indicado pela equipe médica foi a remoção. O procedimento realizado no ministro não foi invasivo, por isso ele já foi transferido para o quarto e se recupera bem, poucas horas após a realização da cirurgia. A expectativa dos médicos é de que Nogueira já receba alta nesta terça-feira, 5, ou no máximo amanhã, quarta-feira, 6. Segundo a assessoria de imprensa do ministro, ele deve voltar a trabalhar já nesta semana, provavelmente já na quinta-feira, 7. (Com informações da Jovem Pan)
O senador Flávio Bolsonaro (PL), adiou a visita que faria a Teresina ontem, sábado, dia 2. Na programação estava prevista ainda uma motociata que estava sendo organizada por apoiadores. A informação do adiamento do evento foi confirmada pela jornalista Samantha Cavalca, presidente do PL no Piauí. Em nota divulgada nas redes sociais, os dirigentes do partido comunicaram que "por motivo de força maior," evento deste sábado, que contaria com a presença do senador Flávio Bolsonaro, foi adiado para data a ser confirmada em breve. "Contamos com a compreensão de todos e reafirmamos o compromisso com os valores e ideais representados pelo nosso presidente. Já estava tudo montado: palco, decoração, espaço, telões de led. Eventos em outros estados também foram adiados, mas serão todos remarcados. E claro que as mais de 2.000 mil pessoas, que fizeram sua inscrição antecipada, terão prioridade na nova data", diz trecho do comunicado. (Com informações do Meio Norte)
Flávio Bolsonaro e Samantha Cavalca (Foto: Divulgação)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visita Teresina amanhã, sábado, dia 2 de julho, e participa de motociata que está sendo organizada por apoiadores. O encontro de Flávio com os apoiadores será no Espaço Elite Eventos, na Zona Leste da capital, a partir das 16h. O filho do presidente Jair Bolsonaro pousa na capital piauiense e muitos teresinenses já confirmam presença na motociatada. “Sempre são dezenas de motoclubes e centenas de motociclistas que se juntam às motociatas em todo país. No Piauí não é diferente e faremos bonito. A base do nosso presidente aqui é forte e queremos mostrar isso ao nosso amigo do PL, senador Flávio Bolsonaro”, afirma Samantha Cavalca, presidente do PL no Piauí. (Com informações de Arimatea Carvalho - Meio Norte)
O ex-senador João Vicente Claudino confirmou á coluna que irá apoiar Silvio Mendes (União Brasil) ao Governo do Estado. O apoio de João Vicente era o mais aguardado pelo grupo de oposição liderado por Silvio e o ministro Ciro Nogueira (Progressistas). "Já declarei meu apoio a Silvio ", disse à coluna. Os dois tiveram um encontro onde o acordo foi confirmado. João Vicente chegou a se distanciar desse grupo liderado por Silvio, mas eles afirmam que as diferenças foram superadas. Sobre o apoio das demais lideranças do Podemos a Sílvio, ele diz que não pode falar pelo partido. "Nunca falei em relação ao partido, sigo o partido no voto das outras disputas para o Senado e deputado federal", afirmou. (Com informações de Lídia Brito - Cidade Verde)
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o Parlamento está sempre à disposição para o diálogo harmônico e equilibrado entre os Poderes e reafirmou a defesa da democracia e ao resultado das eleições de outubro. Ele se reuniu na manhã desta quarta-feira (29) com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Fux, e líderes partidários. Fux convidou os deputados para uma conversa informal de prestação de contas, já que seu mandato à frente da Corte acaba em setembro. A presidência do Supremo Tribunal Federal será assumida pela ministra Rosa Weber. “A conversa foi a mais informal, tocamos em alguns assuntos que a Câmara tem preocupação que estão tramitando no Supremo, para que houvesse um equilíbrio entre os Poderes, o respeito aos limites, a manutenção do estado democrático de direito, a preservação da democracia, o respeito ao resultado das eleições”, disse Lira. (Com informações da Agência Câmara)
Uma semana depois de ir à Câmara dos Deputados dar explicações sobre a alta no preço dos combustíveis, o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, voltou à Casa nesta terça-feira (28) e avaliou que o Brasil está dando a “resposta correta” para o problema. “Tanto é correta, que o resto do mundo inteiro está tentando fazer isso: reduzir tributos. Estados Unidos, Europa. Sabe qual a diferença? É que aqui nós já fizemos”, disse, desta vez, em audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor. Questionado por parlamentares sobre o motivo do consumidor final não sentir ainda os efeitos das medidas no bolso, Sachsida adiantou que tem conversado com a Petrobras, com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e com as distribuidoras para que a Petrobras “acelere a modalidade de consignação”. Segundo ele, com ela, uma vez aprovada redução tributária, o efeito para o consumidor será mais rápido. Ao lembrar o governo federal não pode interferir no preço de combustíveis, o ministro agradeceu o empenho dos parlamentares na aprovação de medidas como as que tratam da redução de tributos federais e do ICMS sobre diesel, gasolina, etanol e gás. “Com o PLP 18, o preço da gasolina vai cair de R$ 7,39 para R$ 5,84, queda de 21%”, afirmou. (ABr)
Em um dia de turbulências domésticas e externas, o dólar aproximou-se de R$ 5,20 e fechou na maior cotação em quatro meses. A bolsa de valores chegou a cair 1,42% durante a manhã, mas recuperou-se ao longo do dia e encerrou com estabilidade. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (20) vendido a R$ 5,186, com alta de R$ 0,42 (+0,81%). Este é o valor mais alto desde 14 de fevereiro, quando a divisa tinha encerrado em R$ 5,21. A moeda chegou a operar estável na maior parte do dia, mas o pessimismo no mercado internacional nas horas finais de negociação empurrou a cotação para cima. Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 9,11% somente em junho. Em 2022, a divisa registra queda de 6,99%. O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 99.853 pontos, com alta de apenas 0,03%. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa brasileira, tiveram a comercialização suspensa duas vezes, após a renúncia do presidente da estatal. Os papéis, no entanto, recuperaram-se durante o dia. (ABr)